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  • Olá Dr. Claudecy. Tenho uma filha saudável, de 12 anos. Fico satisfeita pois ela me conta, demonstrando muita confiança, seus anseios e angústias. Neste momento ela está muito angustiada e assustada pois acha que se sente atraída por suas amigas do mesmo sexo e tem pavor de se tornar lésbica. Em várias ocasiões me contou que estava gostando de um menino da escola, no ano seguinte, demonstrava interesse por outro, mas sempre de forma platônica, a distância. Há um ano, mais ou menos, ela me contou que uma amiguinha convenceu-a a ficarem as duas peladas e fizeram uma investigação de seus corpos. Em outra ocasião, esta mesma amiga, que tem a mesma idade, sugeriu que experimentassem um beijo de língua, ela topou e se sentiu muito arrependida e enojada. Ela me contou também que algumas vezes já se masturbou e, lendo suas respostas no site, acredito que tenha agido corretamente com ela, pois mostrei que a masturbação é algo natural e saudável. Haia uma novela na TV que mostrava um casal de adolescentes lésbicas e a forma como elas eram desprezadas por alguns colegas de escola. Minha filha viu alguns capítulos desta novela e, a partir dai, começou este pavor de vir a ser lésbica. Acredito que o que está acontecendo com ela é natural nesta fase da adolescência, em que há muitas descobertas sendo feitas em um momento em que ainda há a preferência das meninas pelas suas amigas do mesmo sexo do que por meninos e dai a confusão. Minha dúvida é - é isto mesmo que está ocorrendo? Como devemos, eu e meu marido, agir com minha filha de forma a não incentivar estes pensamentos e não confundi-la mais dando, ao mesmo tempo, atenção e apoio na medida certa? Dr, de antemão agradeço sua resposta e parabenizo-o pelo site, tão esclarecedor.

    Vera, 43 Anos - Ver Resposta

    Olá Vera, como vai?
    Posso imaginar o quão confuso está essa situação para vocês.
    Porém, penso que sua filha esteja sofrendo com toda essa turbulência emocional, na qual, de um lado está a moral de uma sociedade na qual julga que sentir atração por outra pessoa não é certo, e do outro lado o sentimento dela.
    Você está agindo de modo correto ao ouvi-la contando suas emoções, falar de
    suas angústias, sem criticá-la, entendendo que isso pode ser um processo de
    transição, de incertezas, muito comum nessa fase.
    Porém, acredito que ela possa se beneficiar de uma ajuda profissional de um
    psicólogo, na qual será possível se aprofundar nessas emoções e a ajudá-la a sofrer menos. Do mesmo modo como também poderá ajudar vocês enquanto pais.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
    Terapeuta Sexual
    Psicólogo Comportamental Cognitivo
    www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br

  • Olá Claudecy de Souza, estou passando por uma fase incomum e difícil de se achar respostas, sou casada e estou confusa com alguns fatos q estão ocorrendo nessa relação. Bom, nós temos um relacionamento onde nos abrimos falamos de nossos desejos, fantasias e etc. O que me deixa intrigada é q após 11 anos de relacionamento, neste ultimo ele começou a gostar que eu tocasse seu ânus, e após começou a sentir desejo em que eu o penetrasse com um vibrador, eu percebo que ele sente enorme prazer quando isto acontece, estou com medo que ele seja gay, por favor me ajude a entender tais fatos e como devo agir , por favor aguardo um cantato. Grata.

    Claudia, 30 Anos - Ver Resposta

    Olá Claudia.
    Isso deve dar um nó na sua cabeça.
    Mas vamos com calma.
    A região do ânus do homem como o da mulher têm a mesma estrutura orgânica, o que significa que os dois são passiveis de sentir prazer nessa região, principalmente por ser uma região muito inervada, o que o torna muito sensível. E isso não significa que se o homem sente prazer na região anal, ele seja homossexual. Assim como a mulher pode sentir, o homem também.
    O que ocorre nessa situação, é que vivemos numa sociedade onde é difundida a idéia que o homem não pode ser acariciado na bunda e muito menos sentir prazer. Mas esse é um pensamento equivocado que precisa mudar.
    Mas é importante saber como andam os outros aspectos da vida sexual de vocês. E uma conversa franca com ele sobre suas dúvidas pode ser muito esclarecedora.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
    Terapeuta Sexual
    Psicólogo Comportamental Cognitivo
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  • Olá Dr. Claudecy! Achei seu artigo e resolvi contar meu problema. Só consigo sentir prazer como crossdresser. Não consigo ter ereção normal, sem ser dessa forma. E tenho certeza que o problema se deve a anos estar fazendo essa prática. Isso tem me prejudicado bastante. O que o senhor me recomenda fazer? Quero praticar sexo com a parceira, mas não consigo em virtude desse problema. Desenvolvi uma forma de prazer única e não consigo me desvencilhar dela. Aguardo seu retorno. abraço.

    Marcelo, 23 Anos - Ver Resposta

    Oi Marcelo.
    Parabéns por você estar procurando ajuda.
    Algumas vezes as coisas fogem do nosso controle e, no seu caso, parece que o sexo ficou limitado apenas a esse modo de prazer. Assim, como você está percebendo, não é só a sua sexualidade que fica limitada e prejudicada, mas outras áreas também são afetadas de modo negativo, tornando-as pobres, sem brilho, sem graça. Um exemplo disso é o relacionamento afetivo, que em função dessa única condição de vivenciar sua sexualidade, você encontrará dificuldades de encontrar alguém que aceite essa condição. Aliás, encontrar alguém que aceite e compartilhe de única forma, seria ruim e não contribuiria para o seu desenvolvimento emocional.
    Marcelo, quando a pessoa não consegue sair dessa condição, como você mesmo assume que é o seu caso, então é hora de contar com a ajuda de profissionais para sair dessa. Seria muito importante que você fosse a um psicólogo especializado em sexualidade para ajudá-lo não só sair dessa, como também a perceber que o campo da sexualidade é muito amplo e que você pode explorá-lo muito mais rico.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
    Terapeuta Sexual
    Psicólogo Comportamental Cognitivo
    www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br

  • Doutor: Sempre fui uma pessoa absolutamente normal, quanto à vida familiar, social e profissional. E nunca contei para ninguém o que estou lhe contando agora, pois assisti ao seu vídeo sobre o TOC e tomei coragem, achei que está na hora de eu enfrentar esse meu fantasma: há alguns anos, sofro demais, mas demais mesmo, com pensamentos absurdos de que poderei perder o controle e ferir com uma faca de cozinha pessoas da minha família,principalmente uma criancinha,que amo demais. Jamais senti a menor vontade de fazer isso, mas tenho pavor de sentir essa vontade e realizá-la. É só o medo, sem nada concreto. Gostaria, ou melhor, imploro que o senhor me diga se já viu essa loucura em alguém e o que posso fazer para ficar livre disso. É sofrimento demais e há muitos anos. E o pior é que jamais consegui desabafar sobre isso com ninguém, pois acho que não me entenderiam e ficariam com medo de mim. Na verdade, nunca tive o menor gesto de violência e acho que nunca terei, mas este medo me desespera e me tira toda a possibilidade de ser feliz. Oriente-me, doutor, eu lhe imploro. Percebo que essa obsessão me perturba mais ainda quando estou mais estressada. Obrigado!

    Clarice, 50 Anos - Ver Resposta

    Olá Clarice.
    Parabéns pela coragem de se abrir, de enfrentar algo não está permitindo você de ser feliz.
    Sei que foi muito difícil, mas continuar assim só vai tornar sua vida mais difícil ainda. Por isso, sugiro que você dê continuidade a esse ato de pedir ajuda. Vá a dois profissionais: um psicólogo e a um psiquiatra. Ambos vão avaliá-la e orientá-la quanto ao que fazer. Sugiro também que você busque tais profissionais que trabalhem numa linha teórica chamada Comportamental Cognitivo.
    Ao iniciar o tratamento, logo você verá como sua vida vai se se tornando mais gostosa e saudável.
    E mais uma vez, parabéns.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
    Terapeuta Sexual
    Psicólogo Comportamental Cognitivo
    www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br

  • Me chamo Julia, tenho 34 anos e descendência caucasiana. Namoro, há 05 anos, Fabio, de 42 anos, de descendência oriental. Praticamente moramos juntos. Ele me ama muito, é parceiro pra todas as horas, amoroso, carinhoso, responsável, respeitoso, presente, cozinha bem, e tenho certeza que será bom pai, porém, minha vida sexual é absolutamente frustrante. Nos conhecemos num bate-papo pela internet e estamos juntos desde então. Ele fala sobre casar e seu sonho de ter uma filha. Eu também quero ter família. Fato é que quando nos conhecemos, o primeiro beijo foi dado por mim, e ele, desde o começo, nunca teve iniciativa sexual, fui sempre eu quem tomou a frente. Como ele é um homem de muitas qualidades, eu sempre relevei esse nosso problema sexual, mais, esse assunto tem me incomodado tanto a ponto de não ter certeza sobre a continuidade do nosso namoro. Como se não bastasse, ele broxa, e não é pouco. Ele sente prazer. Já conversei sobre isso com ele, perguntei se ele tem interesse sexual por mim, ele diz que sim. E pergunto porque ele não me procura, ele diz ser o jeito dele – eu sou assim – acho que ele não é gay, também acho que não tem outra. Claudecy, gostaria de saber sua opinião. Obrigada.

    Julia, 34 Anos - Ver Resposta

    Oi Julia.
    Essa resposta dele é interessante - sou assim - Isso é verdade, assim como ele é assim, você e eu sonos de outra forma. A questão complica quando nos relacionamos com outra pessoa e essas diferenças gritam. O que parece ser o seu caso. O que é importa em casos assim é o quanto estamos dispostos a mudar para uma relação mais saudável. Não quando isso não acontece, nós ficamos tristes, mal, frustrados e isso não é nada bom. Vale muito à pena olhar com carinho para sua felicidade.

  • Dr. Claudecy, Sou casada ha 3 anos, tenho 1 filho do 1° casamento com 11 anos de idade e 1 menina deste casamento com 1 ano de idade. Meu marido não é afetivo com meu filho e costuma repreendê-lo com berros e agressividade ( nunca o bateu mas, já chutou a cadeira que uma vez estava sentado ). Com a nossa filha menor, ele é carinhoso e atencioso. A única maneira dele demonstrar afeto pelo meu filho é dando presentes caros e afirma que suprindo as necessidades materiais dele é o suficiente. Conversando com meu marido, ele mostra-se irredutível, afirma que não vai mudar e que não está nem aí, que não fez nada demais em ser agressivo, diz que o menino é desobediente, mal educado..etc...e nega-se a fazer terapia de casal. Como convencê-lo a mudar? A separação será a única alternativa?

    Patricia, 31 Anos - Ver Resposta

    Olá Patrícia.
    Parabéns por você procurar ajuda. Imagino que você esteja muito confusa, quem sabe até perdida quanto ao que fazer. Mas compreendo sua situação, afinal, você está dividida entre os sentimentos pelo marido de um lado e do outro pelo filho.
    Seu filho não tem culpa, ele apenas faz o que lhe ensinaram ou demonstra o que sente, por essas vias, o que pode ser encarado como desobediente. Ela não sabe saber de outra maneira. Porém, no contexto em que ele vive, onde não sente amor e carinho do homem da casa, (além do que não sei como ele se sente em relação a separação e a relação com o pai dele), na qual tenta "comprá-lo" ou se desculpar pela precariedade no acolhimento.
    Para uma criança, crescer num ambiente como esse não é nada saudável. Seu filho deve sofrer por isso, e você também. E do pondo de vista do desenvolvimento da criança, esse ambiente é muito ruim para ela.
    Por outro lado, penso que é preciso você rever essa relação. Alguém agressivo e inflexível a mudanças para melhor, como você descreve, dificilmente se comporta assim isoladamente. É comum observarmos esses comportamentos se repetindo em várias outras situações. Por isso penso que cabe a você analisar o quanto essa relação está bem para você e para os filhos, bem como para ele. Pois quando alguns comportamentos da nossa parceria nos impede de crescer, ou mesmo o desenvolvimento dos filhos, necessariamente, essa relação precisa ser revisto.
    É provável que talvez seu marido não consiga ver que o que ele faz não está bom, como ele disse: “não faço nada demais”. É triste quando estamos cegos dessa maneira. Porém, acho que cabe a você mostra de modo irredutível que assim a relação não está satisfatória para você. Aceitar essa condição imposta por ele é o mesmo que dizer pode continuar fazendo assim.
    É provável que você precise de ajuda nesse momento tão delicado.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
    Terapeuta Sexual
    Psicólogo Comportamental Cognitivo
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  • Caro Dr Claudecy estou sem saber o que tenho e um problema fora do limite eu tenho vergonha de andar na rua e as pessoas me observarem e pensarem q eu pareço um macaco andando, pior ainda quando tenho que conversar com alguem desconhecido ainda mais se for mulher eu me gelo me da uma dor de barriga um mal estar incontrolável mesmo tentando pensar issu não e nada eu não preciso ficar assim não adianta de nada (esses dias teve um evento aqui na minha cidade e meus primos falaram q iam intimar uma garota pra mim qem disse q eu qeria me deu uma tremedeira eu pensava no que ia dizer a ela sera q ela iria gostar de mim o q iria fazer mas não deu certo porq a irmã dela estava junto dai me deu um alivio e logo depois outra garota me primo fez eu ir junto com ele conversar eram duas e o mico a vergonha q eu passei meu primo foi conversar com uma das meninas e eu fiqei conversando com a outra mas eu consegui dar uma ou duas palavras e não saiu mais nada eu vi se dissesse alguma coisaa a mais pra ela eu teria chance mais eu não consegui) outro caso q esta me pertubando meu pai qer q eu faça faculdade ano q vem mas eu estou com medo do q vou enfrentar e tambm tenho medo de ter d enfreantar a vida por favor Dr me ajude naum sei o q tenho existe tratamento pra isso me de a resposta desde ja te agradeço muito obrigado

    Rogerio, 18 Anos - Ver Resposta

    Olá Rogério. Imagino o quão sofrido é para você se relacionar socialmente.
    Todos nós temos algum grau de receio ou mesmo timidez em algumas situações sociais. Isso é normal. Porém quando isso toma proporções que chegam a fugir do controle, estamos diante de uma dificuldade que precisa necessariamente de ajuda.
    Perceba que no seu caso, você está sofrendo perdas significativas, como por exemplo, se desenvolver socialmente, deixar de ter contatos com novas pessoas, que muito contribuem para nosso aprendizado, medo de falar com garotas, e o pavor de fazer faculdade. Esses são apenas alguns exemplos de situações que você não está conseguindo fazer, logo, isso atrapalhará seu desenvolvimento social e intelectual.
    Rogério, é muito importante que você converse com seus pais, se necessário mostre esse e-mail para eles, para levá-lo a um psicólogo, de preferência que trabalhe na abordagem comportamental-cognitivo, e esse irá ajudá-lo a resolver seu problema. Se precisar da ajuda médica ele irá orientá-lo.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
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  • Sou casada a 7 anos ,eu e meu marido nos damos muito bem na cama..eu gosto muito de fazer sexo,mas ultimamente na hora do sexo ele tem me falado q gostaria de ter mais uma mulher na cama,eu estou atordoada com isso ,pois não sei se eh só uma fantasia ou se ele realmente quer isso,e eu tenho medo de perguntar e ele dizer que não é só uma fantasia,e eu jamais faria sexo a três pois morro de siumes dele e só de pensar eu fico muito mal.Por favor me ajude a resolver estah situação. Obrigada, Cida

    Cida, 39 Anos - Ver Resposta

    Oi Cida.
    Parece que você se sente muito mal com essa situação. Porém não há outra maneira de saber se você não perguntar, e de forma bem clara.
    Para algumas pessoas que tem essa vontade, não passa de fantasia, que só é gostoso enquanto é fantasia. Mas há também aqueles que tem essa fantasia e realmente querem realizar, poir veem nessa possibilidade mais uma forma de se excitarem e obter o prazer sexual.
    Porém, é preciso sempre lembrar que para uma relação se constituir como saudável, é necessário haver o respeito aos limites de cada um.
    Como acontece com muitas casos, é possível que você mude sua forma de pensar no decorrer do tempo. Mas hoje isso seria uma violência para você, o que pode abalar a relação. Por isso a necessidade de você respeita seu tempo de limites assim como ele também.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
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  • Boa Noite Claudecy, Tenho 30 anos e descobri que tenho vaginismo há +/- 5 anos. Fiz Psicoterapia durante 2 anos, mas não me curei. Namorei pouco mais de 5 anos e nunca consegui ter uma relação sexual completa. Hoje estou solteira e tenho muito receio de iniciar um relacionamento por conta desse problema. O que eu faço? Obrigada, Luciana.

    Luciana, 30 Anos - Ver Resposta

    Oi Luciana.
    Imagino o quanto esse problema deve deixar você chateada e perdida.
    Se o diagnóstico estiver correto, é preciso se tratar com uma psicoterapia focada na sexualidade, e que cuida dessa área é um psicólogo que seja especialista em sexualidade.
    Esse profissional está preparado para entender o que está por trás desse problema e orientá-la sobre o que fazer.
    É bom lembrar que esse processo depende das duas partes, do profissional que conduzirá o caso e você. É precisa que tenha confiança no profissional e que siga as orientações dele.
    Mas saiba que tem solução seu caso.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
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  • Tenho 28 anos e sou casada ha 6 meses com um americano de 24 anos. Nos estamos ainda naquele periodo em que temos briguinhas bestas por qualquer motivo, mas eu o amo muito e ele sempre diz que sente o mesmo por mim e que a gente vai se adaptar e tudo... So que o problema e que o acho pouquissimo ativo sexualmente e isso me incomoda muito! Tem horas que eu acho que ele tem muito menos maturidade sexual que eu, pois faz umas brincadeiras que eu nao gosto na hora do sexo. Tem um jeito meio infantil demais... Entao eu nao sinto vontade de seduzi-lo e ele tambem nao me procura... Estamos ha 1 mes sem ter relacoes e hoje conversei com ele e ele diz que essas briguinhas, o cansaco e tudo o mais o fazem perder o desejo... Mas poxa, ele so tem 24 anos! Sou bem realista e afirmo com o maximo de seguranca de que o problema nao e outra mulher, porque sei exatamente dos passos dele. Mas tudo isso me faz sentir carente e nao sei o que fazer... O que poderia causar baixa libido num homem tao jovem? Obrigada!

    Priscila, 28 Anos - Ver Resposta

    Olá Priscila.
    Você usou o termo adequado: imaturidade. Pelo que você decreve parece que no aspecto emocional/sexual, ele ainda precisa se desenvolver mais.
    De fato isso faz você ficar com seu desejo inibido. Por outro lado, esses conflitos, as cobranças, o clima ruim que se forma, acabam comprometendo a relação e consequentemente o desejo.
    Ele comentou com você que anda cansado, isso é motivo para em muitos relacionamento a o sexo seja colocado de lado. O motivo é simples: falta de tempo para pensar em sexo, para se dedicar a esse assunto, e claro que a consequência é um desencontro entre o casal na questão sexual.
    É bom observar que para algumas pessoas o "estar cansando (a)" pode ser um argumento forte para não fazer sexo (mesmo acontece com a dor de cabeça, precisar ficar até mais tarde no serviço...). Na verdade esses recursos para evitar o que não se quer. E aí então nos deparamos com um problema. Mas isso é um sintoma, é uma maneira de mostrar que algo não está bem. Pode ser simplesmente porque a pessoa não encontra tempo apra se dedicar ao assunto sexo, como pode ser que alguns comportamentos da outra pessoa, nesse caso você, que o desestimula a querer sexo.
    Priscila, será preciso muito diálogo aberto e sincero entre vocês, na qual cada um colocará as coisas que gosta e não gosta no outro, e o que é preciso para ser escitado (o). Somente assim será possível o amadurecimento da relação.
    Porém como essa não é uma atividade fácil, caso não consigamo resultado desejado, procure ajuda de um psicólogo.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
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    Psicólogo Comportamental Cognitivo
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