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  • ola! sou casado à 13 anos e ha alguns anos resolvemos adquirir um penis de silicone para nossas fantasias, bem comprei o mesmo por telefone e que recebi acabou sendo maior do esperava, minha esposa começou a se maturbar com ele sempre que sentia vontade tanto sozinha como comigo e comecei a perceber que quando ela tinha seus orgasmos com a penetração do penis de silicone esses eram bem mais visíveis e fortes do que os que ela tinha comigo, perguntei se ela sentia assim pelo fato do tamanho ele mede 19cm x 5cm quanto que o meu mede 14,5 x 4,5cm indaguei a ela e apos muitas discussões sobre isso ela me disse que seria bom se o meu tivesse mais uns 3cm, o fato é apos algum tempo não estou sabendo conviver com tal declaração, como resolvo isso ?

    Alberto, 33 Anos - Ver Resposta

    Oi Alberto. Entendo que isso deve ter te abalado muito.
    Porém, "quem brinca com fogo pode se queimar", e você se queimou. Para muitos homens, o tamanho do pênis tem uma significância além do normal, e parece que agora você descobriu isso.
    Mas o que fazer agora? Só existe uma coisa para te ajudar: é você entender que ela está com você não por causa do tamanho do seu pênis, mas sim por você como um todo, pelos seus comportamentos.
    Existem fatos que não temos como mudar, o tamanho do pênis é uma dessas coisas. Se você observar, sua esposa deve ter algumas características físicas, que se possível, você mudaria. Mas não é por isso que você vai deixá-la. O mesmo acontece com seu pênis. Lembre-se que você não é um pênis, ele é parte de você.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
    Terapeuta Sexual
    Psicólogo Comportamental Cognitivo
    www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br

  • Olá, preciso muito da sua resposta sobre um assunto que está me deixando preocupada! Estou com uma inflamação causada por hemorróidas (já estou me tratando com um especialista, mas tive vergonha de falar sobre isso). Já li bastante sobre o assunto e sei que o sexo anal não causa essa doença, mas a minha preocupação é... eu só gosto de fazer sexo anal, não gosto de sexo vaginal porque me causa dor e não me dá prazer o que acontece exatamente o oposto com o sexo anal. A minha dúvida é como vou saber que naquele dia não posso fazer sexo anal, porque vai me dar esta inflamação de novo? Eu sei que como eu já tenho se fizer em um período ruim só vai agravar o meu caso... mas como sei que estou nesse período ruim? POR FAVOR ME AJUDE!!! No momento estou com uma inflamação muuuuuito feia (que como disse, já estou tratando) é tipo uma "bolsa" para fora do ânus que me doi tanto que mal consigo andar e sentar, e ficou assim tão grave depois de uma relação sexual anal (mas faz muito tempo que eu só faço sexo assim) mas desta fez ficou assim horrivel. Me ajuda, por favor!

    Joanna, 24 Anos - Ver Resposta

    Oi Joanna.
    Não tem como saber quando você estará com hemorróida (inflamação nas veias da regiaão anal) ou não.
    Entendo que para algumas pessoas falar sobre isso seja constrangedor, porém, é necessário você conversar com seu médico e expor exatamente sua situação. Assim, ele tem como orientá-la adequadamente. Caso contrário, você continuará com esse problema periodicamente, o que, além de descofortável e doloroso pode agravar mais e causar outros problemas.
    Outra questão importante é sobre a dor que você sente ao ser penetrada na vagina. Como é essa dor? Desde quando acontece? Quando acontece?
    Se existe essa dor, é sinal de que algo não está bem, logo, o sexo anal passou a ser uma via alternativa para você.
    Sugiro que você vá a um ginecologista e depois a um terapeuta sexual para entender o que está acontecendo e ser tratada.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
    Terapeuta Sexual
    Psicólogo Comportamental Cognitivo
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  • Boa tarde dr! sou homem sou bonito jovem 34 anos e minha mulher exelente pessoa tem 50 anos. De uns meses para cá não sinto mais desejo por ela, fazemos sexo só quando não tem mais jeito, digo que estou com dor, cansado sempre me esquivo, o que pode estar acontecendo? Mas sinto muita vontade de me masturbar, a pressão é demais o que faço?

    Edson, 34 Anos - Ver Resposta

    Oi Edson.
    É preciso entender o que está acontecendo. Muitas vezes o desinteresse sexual ocorre em função do cansaço físico. Mas pode surgir também por fatores psicológicos bem como alguns comportamentos da outra pessoa que desencadeiam o desinteresse.
    Amor e sexo são coisas distintas. O sexo pode ocorrer de modo intenso, você amando ou não a pessoa. Mas sem o desejo sexual, fica muito difícil manter a vida sexual saudável.
    Investigar qual a origem pode ajudá-lo a resolver essa questão. No entando, esse desinteresse, que é um sintoma, está mostrando que algumas coisas não estão bem com você e/ou a relação.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
    Terapeuta Sexual
    Psicólogo Comportamental Cognitivo
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  • Oi, doutor Claudecy eu tenho certeza que sou infantilista pois sinto muito prazer em usar fraldas, mamadeiras, e chupetas, quero fazer algumas perguntas? Eu sou mesmo infantilista?Se for tem algum problema de saúde?Eu devo contar para alguem?E como posso fazer isso? Obrigado, agradeço sua atenção

    Lucas, 23 Anos - Ver Resposta

    Olá Lucas.
    Eu entendo se que seja muito prazeroso essas práticas para você.
    Mas também percebo que isso não o deixa tranquilo, afinal, está procurando ajuda.
    Eu sei que é confuso para as pessoas que não conhecem essa prática, e deve ser estranho para você também. Quando você pergunta se isso é prejudicial à saúde, a prática em si de usar chupeta, mamadeira, fraldas... não é prejudicial, afinal até os bebes usam. O problema está nos motivos que leva a pessoa a praticar essa forma de prazer. E isso é muito particular. Cada caso é um caso e precisa ser analisado individualmente.
    Ao atender pessoas com essa queixa, é muito comum encontrarmos questões pendentes, como a dificuldade de se desenvolver emocionalmente, dificuldades com relacionamentos afetivos, profissionais, sociais...
    É importante sim que você compartilhe esse tema, mas que seja com um profissional que compreenda o assunto para ajudá-lo a entender os motivos que o levam a essa prática e orientá-lo quanto ao que fazer.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
    Terapeuta Sexual
    Psicólogo Comportamental Cognitivo
    www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br

  • Dr. Claudecy, agradeço pela atenção ... deixa ver por onde começo e prometo resumir bem a ópera! Sou casada faz um ano , é meu segundo casamento. No inicio da nossa relação meu marido era um docê, depois o tempo passou e acabou aflorando a maior fantasia dele que é frequentar uma casa de Swing, isso ele já fazia antes de me conhecer . Eu sou uma mulher madura , bem resolvida e não tenho nem nunca tive problemas sexuais porque entendo que entre um casal , em quatro paredes , vale tudo para ser feliz. Acontece que toda vez que vamos pra cama é a mesma lorota ele fica me falando: Já imaginou mais uma , mais um ... no começo eu fiquei chocada , depois eu comecei a tirar um barato e dizia , legal ... já imaginou mais 10 , mais 20 ... que tal uma fila ??? Busquei um dialogo para conscientiza-lo que não curto esse tipo de coisa , que teria nojo de participar disso , que sexo sem amor é uma merda assim por diante , mas não adianta ... eu tentei de tudo , faltei subir no lustre e a fantasia dele fica sempre latente ... é uma droga porque ele nem percebe que eu me entrego totalmente , com carinho , amor e tesão . O que fazer ?? REcuso-me terminantemente a participar de algo do gênero , tenho meus principios e não posso abrir mão deles sob pena de perder minha identidade , mas sinto vontade , uma contade enorme de ter uma relação gostosa , "normal " ... quando estamos na cama e ele vem com a conversa de mais um , mais uma e como se jogassem um balde de água fria em mim ... por favor me ajude. Um abraço.

    Raquel, 30 Anos - Ver Resposta

    Olá Raquel.
    Que desagradável essa situação, não é?
    Essa é uma questão básica de ultrapassar os limites da outra pessoa.
    Percebo que você está bem convicta da sua posição. O que é muito bom. Pois quando pensamos que duas pessoas vão se relacionar, para ser saudável essa relação, é preciso, para começar, que exista o respeito pelo outro. Afinal, cada pessoa tem uma bagagem, um modo de pensar, de interagir, de analisar a situação, e tudo isso é fruto de sua vivência de como ela internalizou o que aprendeu.
    No seu caso, seu companheiro parece que está esquecendo de olhar para você, de perceber que isso é uma invasão sua área, na qual você não está interessada em dar permissão para ele entrar, o que é um direito seu.
    Quando você fala que já tentou de tudo para ele entender que você não quer isso, eu fico pensando: será que tentou tudo mesmo? Se sim, será que foi de um modo adequado a ponto dele entender?
    Por outro lado, seria importante saber (e aqui cabe a um profissional investigar isso), qual a necessidade dele precisar de uma terceira pessoa na relação sexual de vocês. A relação não estaria completa se não for dessa maneira?
    Talvez seja necessário que seu marido entenda o quanto você se dedica ao relacionamento, que o ama, que está disposta a fazer o que for possível para ter um relacionamento saudável. Porém, não está disposta a se violentar para satisfazer um desejo dele, que provavelmente não acrescentará conteúdos que promovam a relação de vocês.
    Raquel, caso você não esteja se sentindo em condições para resolver essa questão sozinha, peça ajuda, vá atrás de um psicólogo, que é o que você já está fazendo. Assim, você e o profissional, que saberá mais afundo toda essa questão, poderão encontrar meios para resolver essa e outras questões.
    Para muitas pessoas, a prática de uma terceira pessoa na relação sexual, é fascinante e eles se relacionam bem assim. Porém para outras pessoas essa não é um prática aceita, o que deve ser respeitado pela outra pessoa.
    Boa parte dos casais que buscam essa maneira de vivenciar a sexualidade, denunciam que algo na relação não está bem, por isso, buscam esse recurso para manterem a relação aparentemente bem. O que é um equívoco. Pois, sobre o pretexto que isso apimenta a relação (que pode ser verdade), esses casais vivenciam relacionamentos vazios, por isso buscam mais e mais essas práticas.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
    Terapeuta Sexual
    Psicólogo Comportamental Cognitivo
    www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br

  • Olá Dr, a fantasia do meu marido é fazer um menage masculino, ele até arrumou um amigo que topa e passou meu email, trocamos emails, fiquei super excitada e quando transamos falamos em por em prática e ficamos muito excitados com idéia, tenho vontade, mas não tenho coragem, meu marido foi meu único homem até hj, olho os homens na rua e qdo acho atraente me pergunto se teria coragem e não consigo me imaginar na situação, adoraria realiza-lo, mas tenho medo de travar e não conseguir fazer nada na hora e tbm tenho medo que isso acabe estragando meu casamento, já mostrei pra ele todas as possibilidades que possa dar errado e ele sempre me fala de como seria gostoso, o que eu faço?

    anonima, 32 Anos - Ver Resposta

    Oi Anônima.
    Pelo seu relato, eu percebi que essa ideia até te excita, mas que você não está preparada para essa aventura. Isso precisa ser respeitado.
    EU entendo que seu marido tem uma grande vontade de realizar essa fantasia. Porém, quando envolve outra pessoa, é importante que essa também esteja na mesma sintonia para ser legar para ambos. Quando só um curte, não bom.
    Essa é uma questão muito comum no meu consultório. Eu vejo que quando esse tempo da outra pessoa não é respeitado, o resultado acaba não sento interessante. Também percebo o quanto isso pode abalar a relação. Veja, não estou falando que essa prática deve ser abortada, mas sim, que esse tema seja muito discutido entre o casal e que haja uma real vontade de ambos.
    Num momento oportuno, valeria à pena seu marido investigar o porquê dessa vontade incontrolável. 

  • Bem, meu nome é Aline e estou casada há 3 anos e 10 meses e sofro de vaginismo. Eu antes não sabia do que se tratava, só tive coragem de procurar um ginecologista com um ano de casada, eu tinha dúvida se eu era virgem ainda. Na minha lua de mel eu não esperava que ia ter este problema , sentir doer, mas não sei se chegou a penetrar totalmente, até porque a inesperiência minha e de meu esposo que também era virgem,nos fez ficar em dúvida, até porque não vi que sangrou. Quando eu a procurei ela não levou muito a sério o que eu estava relatando, ela me examinou e colocou um espectro médio, penetrou mas com muito sacríficio, sentir doer, mas ela disse que se eu fosse virgem o espectro não tinha entrado. Fiquei mais aliviada e esperançosa , ela me passou um gel que amenizava a dor e mandou eu tentar. Não foi tão simples como ela disse e por azar ela não ficou mais atendendo pelo meu plano e tive que procurar outra ginecologista, que quando me examinou disse que eu era virgem ainda e não ia colocar nenhum espectro em mim. Mandou eu procurar um piscológo, neste dia se eu não estivesse com meu esposo eu ia tentar alguma coisa contra a minha própria vida. Uma diz que eu não sou virgem, mas que tenho restos de imem, outra diz que sou completamente virgem. Até exames ginecológicos eu tenho dificuldade de realizar, fiz prevenção ano passado com um espectro de virgem e a doutora muito ignorante por sinal mandou eu procurar um piscológo também. (Têm pessoas que não entedem o que estou passando). Por último procurei pela internet algum terapeuta sexual e só estava localizando em locais longes , como Rio de Janeiro, São Paulo, aqui em Recife é como achar uma agulha num palheiro. Achei uma terapeuta, muito boa, que por sinal foi a única que encontrei, fui apenas há uma consulta, porque é caro e ela me passou um exercício com um pênis de silicone, mas a cada exercício que tento fazer eu começo a chorar, me sinto insignificante e impossibilitada de conseguir a penetração. Só consigo colocar uns 3 a 4 cm. A vontade de ser mãe têm aumentado a cada dia, me acho a mulher mais estranha da face da terra, até porque eu vejo casos de meninas com 14 anos que são até mães! E eu não consigo nem ao menos ter um ato de penetração! Meu problema é a penetração do pênis e a exames ginecológicos, que não consigo fazer. Eu estou lhe escrevendo porque gostei muito do que li em seu site e é bom escultar opiniões de outros profissionais da área. Gostaria de saber se o meu caso têm solução e se existem pessoas com o mesmo tempo de casada que esta passando pela mesma situação. Espero que eu possa ter o prazer de receber o seu email com alguma resposta ou explicação sobre o assunto. Gostaria que o meu nome ficasse em sigilo, tenho muita vergonha desse problema que estou passando.

    Aline, 27 Anos - Ver Resposta

    Olá Aline.
    Eu entendo seu sofrimento, sei como você deve se sentir mal não apenas por causa da dor, como também porque está insegura quanto acreditar que seja possível resolver seu problema, já que cada profissional que você consultou deixou você mais confusa.
    Quando você fala que “têm que as pessoas não entendem o que você está passando”, sei quão frustrante é para você. Infelizmente poucos profissionais sabem diagnosticar e tratar adequadamente casos como o seu, com isso, muitas pessoas sofrem.
    A orientação de que você precisa procurar um especialista, ou seja, um terapeuta sexual, está correta. Será necessário cuidar de você de modo que se compreenda quais aspectos psicológicos estão desencadeando essas dificuldade. Pois é certo que a impossibilidade de vivenciar sua sexualidade de modo saudável, mostra que você, como um todo, está precisando rever questões que estão te atrapalhando.
    Quanto ao exercício, de introduzir o pênis de silicone, que está lhe causando muito sofrimento, sugiro que pare, pois antes dessa etapa, existem várias outras atividades que precisam ser trabalhadas antes. Você ainda não está pronta para isso ainda. Tentar fazer isso agora, é o mesmo que passar uma pomada anestésica, como a ginecologista orientou. Além de fazer você sofrer mais, não resolve seu problema.
    Você perguntou se existem pessoas com problemas semelhantes ao seu. Sim, existem e há casos em as pessoas levam muito mais anos para procurar ajuda. No meu site, na sessão de perguntas e respostas, você tem a oportunidade de ler isso.
    É muito importante que você saiba que seu caso tem solução. Pois trato dessas questões e vejo os resultados. Você só precisa encontrar um profissional preparado para cuidar de você.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
    Terapeuta Sexual
    Psicólogo Comportamental Cognitivo
    www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br

  • ola claudecy,como muitos tenho o mesmo problema de me vestir com as roupas da esposa,basta ela sair de casa e eu ficar sozinho ja e o suficiente pra eu me vestir,gosto mesmo de me vestir somente em casa e alias gosto muito,sou hetero muito bem resolvido,casado,tenho um filho,minha esposa sabe de meu fetiche mas tambem prefere nao participar,nao quero que mais ninguem saiba deste meu fetiche alem da esposa,eu tambem sofri abuso quando tinha 5 pra 6 anos,mas nada que me relacione com este habito de me vestir de mulher,ou tem algo a ver e eu ainda nao sei?gostaria muito de saber se tem fundamento esta historia de eu gostar de usar roupas de mulher?abraços!

    Celio, 36 Anos - Ver Resposta

    Olá Celio.
    Eu entendo o que você está querendo me comunicar e sei também que tudo que nos proporciona prazer, nós queremos manter e nos afastamos daquilo que pode nos tirar esse prazer.
    Nas pessoas que me procuram para se tratar e que apresentam essa forma de obtenção de prazer, observo com frequência, que o movimento delas é de resolver um problema que está, de alguma forma, atrapalhando a sua vida. Problemas esses que gera mal estar, angústia, ansiedade e que atrapalha algumas áreas da vida delas. Porém, essas pessoas não trazem o desejo de parar com essa prática de se vestir com roupas íntimas de mulher (crossdresser), pois não veem problemas nisso.
    De fato, o problema não está no desejo, mas sim, no que causou esse desejo. Ao investigarmos, frequentemente encontramos os reais motivos que levam as pessoas a desenvolverem essa forma de prazer. Na minha experiência clínica, tenho observado que a relação que você fez, de ter sofrido abuso sexual na infância, não é a causa mais frequente para esses casos de crossdresser. Eu prefiro dizer que é mais adequado que cada caso seja analisado individualmente, pois somos únicos, com uma história de vida única.
    Mesmo que após a compreensão do porque dessa forma de prazer, e você desejar continuar essa prática, ok, mas penso que é muito importante que você vá a um psicólogo especializado em sexualidade para entender o porque dessa prática.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
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  • Dr. por favor me ajude. Eu sempre fui uma garota muito certinha, sempre sonhei me entregar a uma pessoa especial e talz, que merecesse o meu amor, essas coisas que todo mundo sabe. Mas um dia, eu conheci um cara, que me fez sofrer muito, nós não transamos, nem fizemos sexo oral, nem anal, nem vaginal. mas eu deixei q ele beijasse (vulgarmente falado: chupar) meus seios, eu achava que iria casar com ele. E depois dessa desilusão amorosa tão grande, decidi que não seria mais santa. Fiquei com alguns garotos, tipo, ja deixei que tocassem na minha vagina, mas nunca toquei em pênis nenhum, nunca vi um homem nu, assim, pronto pra transar comigo, só meu pai mesmo já vi nu.
    Mas eu to mto arrependida das coisas q eu fiz, n sei se posso me considerar virgem ainda, me sinto suja, não sei o que eu faço. Até me matar eu já tentei em decorrencia disso, fico pensando, como aquela menina pura e ingênua foi cair na conversa de um canalha.
    Me ajude, não estaria expondo minha vida aqui se eu não estivesse desesperada.
    Será que sou uma pessoa honrada ainda? Grata. PS:Continuando, lembrei de algo: ontem vi cenas de um filme pornô, eu vi que aquelas cenas realmente eu não tenho, digamos, uma experiencia com aquilo, foi um choque pra mim.

    Caroline, 18 Anos - Ver Resposta

    Olá Carolina.
    Diariamente eu lido no consultório com situações na qual percebo claramente como a educação familiar pode contribuir para o crescimento da pessoa bem como pode também atrapalhar muito.
    Pela sua descrição, parece que sua educação foi muito rígida, envolvendo muitos medos, punições e preconceitos. É claro que tudo isso envolve uma maneira muito errada de pensar, de ver os fatos de modo muito distorcido da realidade. Acredito que existam muitos valores ricos e importantes na sua família, mas há os valores muito inadequados que estão, hoje, causando esse sofrimento em você.
    Você não precisa ser a certinha, pois as pessoas vão continuar gostando de você mesmo que não seja a certinha.
    Ser a certinha é chato, as pessoas não gostam e não a valorizam, pois não há autenticidade no que as certinhas falas, pois elas querem sempre agradar, quer fazer tudo direitinho. Isso não é saudável. Também não estou dizendo que você precisa roubar, matar, se prostituir para ser aceita. Nem um extremo nem outro.
    Veja que você está se culpado por ter permitido que um cara a tocasse de modo um pouco mais íntimo. O que de fato mudou na sua vida por ter feito isso? Você fez apenas o que estava com vontade fazer, e não teve nada de errado, afinal você é humana e dotada de sentimentos, o que significa que você não precisa se culpar por isso, muito menos se sentir suja ou menos digna.
    O sexo faz parte da vida, é saudável. O precisa é ser orientada para que não ocorra uma gravidez indesejada ou mesmo a contaminação de alguma doença. Infelizmente e famílias cuja preocupação é causar temor nos filho e colocar um monte de regras para os filhos não fazerem o que "não deve", não tem espaço para crescimento saudável, não tem lugar para a orientação adequada sobre sexualidade, como por exemplo, como é a sexualidade, como se faz, por que ela é importante para nossa vida, como desfrutar dessa sexualidade de modo saudável e como se prevenir para não acontecer o indesejado, como as doenças, por exemplo.
    Caroline, você é jovem e não precisa continuar vivendo dessa maneira, você pode mudar, você pode adquirir outros conhecimentos além dos que você obteve na sua família. Os conhecimentos da família que forem bons você aproveita e os demais, descarte.
    Você continua sendo a mesma pessoa honrada. Não é fazendo sexo que você perderá sua honra ou se tornará uma pessoa sem valor.
    Porém, será mantendo todos esses conceitos inadequados sobre a moral, que você aprendeu que você continuará assim, rígida, sofrendo e sendo uma pessoa não tão desejável para uma convivência. Mas você, como eu disse anteriormente, não precisa continuar assim. Por isso sugiro que você leia, faça psicoterapia, converse com pessoas diferentes que acrescentem conhecimento na sua vida. Isso pode te ajudar.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
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  • Sou casada a 16 anos, tenho um filho de 6 anos e meu esposo tem 48 anos, estamos passando com dificuldades financeiras e já faz 2 anos que ele não me procura na cama....tento procura - lo é ele sempre arranja uma justificativa...está com sono...finge que está dormindo. ...a última vez que tivemos relação ele não conseguiu chegar aos finalmente e eu fiquei muito brava. ..confesso que meus comportamentos contribuíram para isso...e ele fala pra mim...se o para vc e mais importante que outra coisa....ele não explica porque não me procura....elenco dei depois da gravidez, dei uma relaxada, mas estou retomando minha auto estima....fã o exercício I IOS e já estou fazendo um tratamento para emagrecer. Ele não fala nada, não pergunta nada, conversa comigo normalmente em casa, me trata como uma amiga, não me acaricia, quando eu dou uma Abraço e Beijo ele corresponde mas sexo nunca mais aconteceu. ...confesso que isso me machuca muito saber que não estou despertando interesse nele. ..Não sei mais o que fazer, ele não me dá oportunidade para falar sobre o assunto fica bravo...o que fazer?

    cica, 36 Anos - Ver Resposta

    Oi Cica.
    Isso é bem desagradável eu entendo.
    Eu penso que deixar esse assunto acomodado, não é uma boa. Essa acomodação, alimentada por você, acaba gerando insatisfação, deixando você triste, afetando sua auto estima e o pior, pode escontar algum problema, seja com ele, com você ou com o casal.
    Seria muito adequado irem a um psicólogo para entenderem o que está por trás dessa dificuldade.

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